“F1”, novo filme do astro Brad Pitt, que tem a Fórmula 1 como palco da ação, tem tudo que um bom “filme pipoca” precisa para ganhar o espectador.

    Um protagonista carismático em busca de redenção, coadjuvantes que agregam, cenas emocionantes, história clássica da jornada do herói e um roteiro que mesmo simples, é capaz de surpreender.

    Em “F1”, Brad Pitt vive o veterano piloto Sonny Hayes, que após um grave acidente passa 30 anos longe da fórmula 1. O hiato tem fim quando um velho amigo (Javier Bardem) o recruta para ajudá-lo a manter seu comando na equipe que não anda tendo bons resultados.

    A direção do longa coube a Joseph Kosinksi, o responsável pelo estrondoso sucesso de “Top Gun: Maverick”. Inclusive, o filme com Tom Cruise pilotando caças americanos guarda muitas similaridades com “F1”. O diretor já mostrou que sabe como entregar um filme de qualidade trazendo de volta símbolos do passado sem deixar de conectá-los com a atual geração. O cineasta não almeja doutrinar ou usar o filme como palanque. A única missão é entreter e garantir que tenhamos um par de horas de diversão dentro do cinema. Talvez essa seja a fórmula (sem trocadilhos) do sucesso.

    8.5

    *Em cartaz nos cinemas

    @resenha100nota

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