A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos monitora as condições climáticas em Alagoas e emite boletins meteorológicos periódicos. No momento, as regiões do Sertão, Sertão do São Francisco e Agreste estão em área de atenção pelas autoridades.
A Superintendência de Prevenção a Desastres Naturais antecipa os alertas para que municípios e órgãos locais adotem medidas preventivas, principalmente para proteger a população que vive em áreas de risco.
As pancadas de chuva e os temporais com altos volumes de precipitação podem provocar danos a prédios públicos e privados, derrubar árvores, interditar vias e causar prejuízos à rede de drenagem pluvial.
Em Alagoas, 46 municípios possuem população em áreas consideradas de risco. Maceió concentra quase metade desse total, principalmente em regiões ribeirinhas e de encosta. Ao todo, 7,3% dos moradores da capital vivem nessas áreas.
No interior do estado, são cerca de 76 mil pessoas nessa situação, de acordo com dados do Serviço Geológico do Brasil e da Defesa Civil estadual.
União dos Palmares lidera o número de moradores em áreas vulneráveis, com cerca de 16 mil pessoas. Em seguida aparecem São Luís do Quitunde, com 7 mil; Matriz de Camaragibe, com 6 mil; e Murici e São José da Laje, com 5 mil habitantes cada.
Esses municípios estão entre os mais suscetíveis à ocorrência de vítimas em caso de desastres naturais.

