A Polícia Federal prepara novas etapas da investigação que examina suspeitas de crimes financeiros envolvendo fundos de investimento relacionados ao Banco Master e ao resort Tayayá, localizado em Ribeirão Claro, no Paraná. A apuração inclui a análise de quebras de sigilo bancário e a requisição de relatórios de inteligência financeira para identificar eventuais irregularidades nas movimentações. As informações são da Folha de S.Paulo.
Entre os dados que poderão ser examinados estão transações vinculadas à família do ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli. O magistrado não figura como investigado pela Polícia Federal. Investigadores avaliam, contudo, que registros relacionados a ele ou a seus familiares podem surgir durante a análise das operações financeiras.
As medidas previstas pela investigação incluem pedidos de Relatórios de Inteligência Financeira ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras. Esses documentos reúnem comunicações sobre movimentações consideradas atípicas ou suspeitas no sistema financeiro.
A conexão entre o resort e o caso Master, segundo o jornal, foi identificada por meio de uma cadeia de fundos de investimento. O Arleen aparece como cotista do fundo RWM Plus. Esse fundo recebeu recursos de estruturas financeiras relacionadas ao Maia 95.
O Banco Central apontou o Maia 95 como um dos seis fundos associados a uma rede que estaria vinculada a supostas fraudes investigadas no banco controlado por Vorcaro. Até a publicação da reportagem, o ministro Dias Toffoli não havia se manifestado.
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