O aumento de casos de sarampo nas Américas levou autoridades de saúde brasileiras a entrarem em alerta epidemiológico nos últimos meses sobre a continuidade da transmissão do vírus no continente e a reintrodução do vírus no Brasil.

    Cenário que, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), exige vigilância reforçada, especialmente em regiões onde a imunização não atingiu níveis suficientes para impedir a circulação do sarampo.

    No Brasil, o alerta ganhou força após o registro do primeiro caso de sarampo de 2026, confirmado em 3 de março, em São Paulo. A infecção ocorreu em um bebê de 6 meses, ainda fora da faixa etária para vacinação, que havia viajado para a Bolívia em janeiro deste ano.

    A queda da vacinação e o caso registrado despertam preocupação com a reintrodução do vírus no país, que já havia interrompido a transmissão endêmica da doença. Além disso, a circulação do sarampo em outros países das Américas aumenta o risco de importação de novos casos.

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