Uma professora da rede municipal de Maceió expôs a rotina enfrentada em sala de aula e afirmou estar “no limite” diante de agressões físicas recorrentes durante o atendimento a alunos com deficiências ou transtornos do neurodesenvolvimento.
Segundo o relato, a situação tem provocado desgaste emocional e físico, evidenciando a realidade de educadores que atuam diretamente com a inclusão escolar sem o suporte considerado adequado.
O caso reacende o debate sobre a estrutura oferecida nas unidades de ensino e a sobrecarga enfrentada pelos profissionais da educação.
A discussão também levanta questionamentos sobre as condições em que a inclusão vem sendo realizada e o nível de suporte garantido tanto para alunos quanto para professores.

