Narrativa. Vivemos a era da comunicação. E contar histórias e estórias tornou-se muito além de um talento. Passou a ser um grande negócio. Talvez um dos mais promissores.
Influenciadores transformam contos em marketing, e vendas. A alma do negócio é contar – stories – na linguagem digital.
Só que eu numa leitura de um livro sobre o mundo ‘fígital’ – uma espécie de fusão entre digital e físico. Vi na compreensão de Rosário Pompéia e Silvio Meira uma acepção voltada ao storydoing.
Não é mais suficiente contar histórias, e estórias. Agora a onda é fazer e mostrar como elas acontecem. De fato é sim. Para futuras gerações que crescem vendo youtubbers colocarem o mentos na coca-cola.
Cresci de outra forma. Lendo histórias e escutando-as também. Mas agora as crianças admiram os blogueiros que mostram como as coisas acontecem. Lembrei-me do Mister M que mostrava como mágicas e táticas de ilusionismo ocorriam…
Fazer acontecer é muito além do que apenas contar o que aconteceu. Podemos estar entrando – perdoe-me o gerúndio – na era do `fazimento` mesmo.
Tomara!
E depois de feito. Alguém tem que contar a história…
Não é o fim, é apenas a atualização do sistema operacional!

