O Conselho Federal de Medicina (CFM) definiu novas diretrizes para o uso de inteligência artificial na prática médica, com o objetivo de garantir segurança e responsabilidade no atendimento aos pacientes.

    Pelas regras, a tecnologia pode ser utilizada como ferramenta de apoio ao diagnóstico e ao tratamento, mas a decisão final deve ser sempre do médico, que continua sendo o responsável pelo atendimento.

    A norma também estabelece que o uso de inteligência artificial deve seguir princípios de transparência, segurança de dados e ética profissional, além de exigir que o paciente seja informado quando a tecnologia estiver sendo usada no atendimento.

    Segundo o Conselho, a regulamentação busca acompanhar o avanço das novas tecnologias na saúde, garantindo que a inovação seja aplicada sem comprometer a qualidade do cuidado médico e os direitos dos pacientes.

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