O Porto de Maceió aparece entre os terminais utilizados pela empresa Refit em um esquema investigado pelas autoridades federais por suspeitas de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no mercado de combustíveis.

    De acordo com as investigações, a empresa importava gasolina e diesel da Rússia, mas os produtos eram declarados como “nafta petroquímica” ou óleo bruto de petróleo, o que teria reduzido a carga tributária incidente sobre as operações.

    As autoridades apontam que a suposta fraude provocou prejuízos bilionários aos cofres públicos e envolveu uma estrutura composta por empresas e operações financeiras destinadas a ocultar a origem dos recursos movimentados.

    O Porto de Maceió foi citado como um dos pontos de entrada das cargas importadas para o território brasileiro.

    Até o momento, não há indicação de participação da administração portuária nas irregularidades investigadas. As apurações concentram-se nas operações realizadas pela empresa e por pessoas ligadas ao esquema.

    O caso é tratado como uma das maiores investigações envolvendo fraudes tributárias no setor de combustíveis e segue em andamento nas esferas competentes.

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