O célebre autor de livros Stephen King ganhou fama mundial por suas obras ligadas ao gênero do horror. “Carrie, a estranha”, “O Iluminado”, “Cujo”, “Louca Obsessão”, “IT – A Coisa”, são só alguns exemplos de sua profícua bibliografia, mas no meio de palhaços assassinos, cachorros raivosos e fãs obcecadas, King escreveu e filosofou sobre amizades, memórias e a vida.
Em “A Vida de Chuck” o texto de King, apresenta a história de um homem comum, Charles Krantz. A trama, adaptada ao cinema pelos diretor Mike Flanagan (“A Maldição da Residência Hill) é dividida em três atos e contada do fim ao início. No primeiro momento vemos uma comunidade a espera do apocalipse que vai acabar com o universo, em seguida a infância, adolescência e últimos momentos da vida de Chuck, parabenizado pelos 39 anos bem vividos em mensagens enigmáticas pela cidade. Mas quem afinal é Chuck?
Com um pequeno toque de fantasia Stephen King conversa com o público através de um homem que aprendeu que a vida vale mais do que a morte, por mais breve que ela se apresente.
Viva bem, seja maravilhoso, dance quando sentir vontade, toque as pessoas a sua volta e faça valer cada dia. Pois quando chegar a hora de fechar os olhos, não é apenas uma pessoa que vai embora. É um universo de encontros, experiências, momentos, pessoas, até que todas as estrelas no céu se apaguem.
No final é sobre “como” e não o “quanto” você viveu.
8.0
@resenha100nota

