Número de trabalhadores em veículos cresce 20,4% em Alagoas, aponta IBGE
Contingente passou de 49 mil em 2024 para 59 mil em 2025 e inclui profissionais como motoristas de aplicativos, taxistas e caminhoneiros
Ouvir Notícia
O número de pessoas que exerciam atividades profissionais em veículos automotores em Alagoas passou de 49 mil em 2024 para 59 mil em 2025, um crescimento de aproximadamente 20,4%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua: Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2025, divulgada nesta quarta-feira (23) pelo IBGE.
O grupo reúne profissionais de diferentes atividades que trabalham em veículos automotores, como motoristas de aplicativos e táxis, caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo, incluindo motoristas e cobradores de ônibus. A pesquisa contabiliza esses profissionais em conjunto, sem detalhar a participação de cada categoria.
Em Maceió, o número de pessoas que trabalhavam em veículos passou de 21 mil para 24 mil no mesmo período, uma alta de 14,3%. No Nordeste, o contingente aumentou de aproximadamente 873 mil para 952 mil, crescimento de 9%. No Brasil, passou de 4,1 milhões para 4,3 milhões, alta de aproximadamente 4%.
Outros locais de exercício profissional também registraram mudanças em Alagoas. O número de pessoas que trabalhavam em locais designados pelo empregador ou cliente passou de 185 mil para 204 mil. Já aqueles que exerciam as atividades no próprio domicílio passaram de 73 mil para 77 mil.
Em sentido contrário, o contingente de trabalhadores em fazendas, sítios, granjas ou estabelecimentos semelhantes caiu de 113 mil para 99 mil. Nas vias ou áreas públicas, o número diminuiu de 43 mil para 31 mil. Os dados sobre os locais de trabalho não incluem empregados do setor público nem trabalhadores domésticos.
Em relação à escolaridade, o número de pessoas ocupadas sem instrução ou com ensino fundamental incompleto caiu 15,3% em Alagoas, passando de 359 mil em 2024 para 304 mil em 2025, uma redução de 55 mil trabalhadores.
Já o contingente de pessoas ocupadas com ensino médio completo ou superior incompleto aumentou de 488 mil para 503 mil e representava 41,8% da população ocupada no estado. O número de trabalhadores com ensino superior completo passou de 225 mil para 230 mil, enquanto aqueles com ensino fundamental completo ou médio incompleto aumentaram de 164 mil para 166 mil.